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Crianças Educação em diabetes começa desde criança

***Texto escrito pela Elcilene Souza, colaboradora da revista Momento Diabetes, e publicado na edição 28. O diagnóstico do diabetes tipo 1 (DM1) em crianças vem acompanhado de […]

Elcilene Souza | 30/07/2021

***Texto escrito pela Elcilene Souza, colaboradora da revista Momento Diabetes, e publicado na edição 28.

O diagnóstico do diabetes tipo 1 (DM1) em crianças vem acompanhado de diversas adaptações e mudanças nas rotinas da família. O tratamento exige muita atenção e disciplina para garantir o controle glicêmico e evitar complicações futuras.

Por conta de todas essas mudanças repentinas, os aspectos psicológicos ficam cada vez mais fragilizados. Assim, cabe aos pais e familiares entenderem essa nova realidade e tentar garantir que a criança fique bem.

Mas como? Será que essa adaptação dos pais acontece de forma imediata? Será que os pais estão preparados para se abster de outras responsabilidades para cuidar do filho que recém descobriu o diabetes? Essa família tem condições de arcar com o tratamento? E será que essa família já aceitou o diagnóstico?

São muitas perguntas, não é mesmo? Como vimos na edição 27 da revista Momento Diabetes, o processo de aceitação costuma ser difícil e vinculado a algumas etapas extremamente importantes de serem identificadas e vivenciadas. Mas qual a relação da aceitação dos pais no processo de adaptação da criança no tratamento?

A aceitação dos pais tem um papel fundamental para garantir que as crianças aceitem o tratamento com muito mais leveza e tranquilidade. Para a psicanálise utilizamos o termo projeção, sendo descrito como um mecanismo que consiste em atribuir a outra pessoa algo que acontece com ela mesma.

A projeção é uma forma de funcionamento observada em pessoas que atribuem ao outro o que está acontecendo com elas mesmas, normalmente de forma inconsciente. Se eu não aceito o diagnóstico do meu filho, eu posso projetar nele as minhas frustrações, meus medos, minhas angústias, sentimento de culpa e rejeição através dos meus comportamentos.

Destacarei algumas sugestões de como incluir o tratamento do diabetes no dia a dia do seu filho de maneira mais lúdica, pois o brincar é uma forma de expressão da criança, sinônimo de aprender. Ele induz a criança a pensar, além de estimular o pensamento e a lógica, de satisfazer desejos e desenvolver habilidades, conhecimentos e criatividade. As orientações a seguir abordam um processo rotineiro superimportante no tratamento que é a ponta de dedo, isto é, a monitorização da glicemia. A ideia é que a criança possa aos poucos assumir a responsabilidade por essa atividade.

Continue lendo a matéria na edição 28 da Momento Diabetes.

Fonte: Revista Momento Diabetes nº 28. Confira na nossa loja virtual.

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