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Tratamento Planejamento da gravidez aumenta a chance de parto seguro

O teste de gravidez deu positivo! O coração explode de alegria, os olhos enchem de lágrimas e o sorriso estampa o rosto. A mulher que já teve […]

Fabiana Grillo | 04/11/2022

O teste de gravidez deu positivo! O coração explode de alegria, os olhos enchem de lágrimas e o sorriso estampa o rosto. A mulher que já teve o prazer de vivenciar essa experiência sabe que a confirmação da chegada de um bebê é um dos momentos mais mágicos para quem sonha em um dia ser mãe. Após a euforia, a primeira preocupação da futura mamãe, especialmente de primeira viagem, é priorizar os cuidados com a própria saúde e bem-estar durante os nove meses do desenvolvimento do bebê.

Mas, as mulheres que têm diabetes conseguem engravidar de forma natural? A resposta é sim! Entretanto, a atenção com a saúde deve começar alguns meses antes da concepção, “já que o descontrole glicêmico impacta diretamente no desenvolvimento do bebê, aumenta o risco de parto prematuro e as chances de complicações para mãe e feto”, alerta a ginecologista e obstetra Dra. Viviane Carolina Vendramini, sócia-fundadora da Clínica Drone, na capital paulista (SP). “Além disso, é de extrema importância investigar retinopatia, nefropatia, cardiopatias e outras complicações que possam contraindicar a gravidez. Mesmo que esteja tudo em ordem, a mulher com diabetes é sempre tratada como uma paciente de risco”, completa a especialista.

Aos 26 anos de idade, sendo seis deles convivendo com o diabetes tipo 1, a pedagoga especializada em deficiência visual Kath Paloma da Luz Afonso (foto), hoje com 36, e o marido se sentiram preparados para entrar no universo da maternidade. Apesar do planejamento, a gravidez do primogênito Davi, atualmente com 9 anos, foi muito complicada, relembra Kath. “Eu já estava habituada com o diabetes, mas em cada exame de pré-natal vinha um novo diagnóstico. Eu tive pré-eclâmpsia, hipotiroidismo subclínico, entrei em trabalho de parto com 34 semanas e o Davi nasceu macrossômico, apresentando cardiopatia”.

E os desafios não pararam por aí. Após o parto emergencial, Kath sofreu inúmeros quadros de hipoglicemia durante o período de amamentação. Por ser um bebê prematuro, Davi precisava ainda mais do leite materno e dessa ligação entre mãe e filho. “Mesmo com todas as intercorrências, não desisti de ter o segundo filho. Aliás, a segunda gestação aconteceu aos 35 anos e foi muito mais tranquila”.

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Fonte: Revista Momento Diabetes nº 34.

***Texto escrito pela Bianca Fiori, diretora de novos negócios da revista Momento Diabetes, e Fabiana Grillo, colaboradora da revista Momento Diabetes, e publicado na edição 34.

Leia mais: Revista Momento Diabetes Edição 34 traz um especial sobre a saúde da mulher com diabetes

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