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Tratamento O jeito certo de medir a glicemia

Você aceitaria viajar à noite em um carro que não tem farol? Talvez, em um lapso de insanidade, você até pudesse pegar estrada nessas condições se guiando […]

Letícia Martins | 15/02/2021

Você aceitaria viajar à noite em um carro que não tem farol? Talvez, em um lapso de insanidade, você até pudesse pegar estrada nessas condições se guiando pela claridade da lua, dirigindo devagar ou contando com a iluminação da rodovia. Mas o risco de sofrer um acidente seria enorme, concorda?

Controlar o diabetes sem medir a glicemia é como dirigir um carro nessas condições: o perigo de algo dar errado é iminente.

O farol mostra se há algum obstáculo na pista, para que o motorista possa desviar com antecedência e evitar uma colisão. Ao checar a glicemia antes de um evento importante, por exemplo, o paciente saberá se precisa aplicar a insulina ou ingerir 15 g de carboidratos para corrigir uma hipoglicemia e, com isso, evitar um mal-estar, um desmaio ou algo mais grave. “Os números no visor do glicosímetro ou do sensor de glicose servem como um farol, iluminando o caminho à frente”, compara a endocrinologista Denise Reis Franco, membro do Departamento de Saúde Digital, Telemedicina e Tecnologia em Diabetes da Sociedade Brasileira de Diabete (SBD).

De acordo com a médica, mesmo que você tenha muito tempo de diagnóstico e sabe como seu corpo reage às hipoglicemias, por exemplo, e independentemente do tipo de diabetes, não medir a glicemia para confirmar pode colocar sua vida em perigo.

Por isso, o glicosímetro ou o sensor de glicose devem ser considerados um equipamento individual de segurança. Algo que todo paciente com diabetes deve ter sempre à mão. Monitorar a taxa de açúcar no sangue não pode ser um ato esporádico. É preciso ter regularidade e disciplina. “Além de identificar uma hipo ou hiperglicemia, medir a glicemia com frequência ajuda o médico a fazer as adaptações necessárias para aquela fase da vida do paciente, ajustando doses da insulina ou do medicamento, propondo mudanças na rotina, etc.”, pontua Denise.

Leia mais da matéria na edição 25 da Momento Diabetes.

Fonte: Revista Momento Diabetes nº 25. Confira na nossa loja virtual.

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