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Giro Saúde Saiba como se preparar para a fase da menopausa

Considerada um dos grandes desafios do envelhecimento, a menopausa acontece geralmente por volta dos 50 anos de idade, quando os ovários param de produzir os hormônios estrogênio e progesterona, responsáveis pelo ciclo menstrual.

Sheila Vasconcellos | 08/05/2021

***Texto escrito pela Sheila Vasconcellos, e publicado na edição 27.

Considerada um dos grandes desafios do envelhecimento para o público feminino, a menopausa representa o fim do período reprodutivo. Ela acontece geralmente por volta dos 50 anos de idade, quando os ovários param de produzir os hormônios estrogênio e progesterona, responsáveis pelo ciclo menstrual.

Essa fase começa com a última menstruação da vida e não deve ser confundida com o climatério, que é a transição do período reprodutivo para o não reprodutivo. Como não tem uma data determinada para ocorrer, é importante que a mulher esteja atenta aos sintomas e procure o médico ginecologista tão logo os primeiros sinais se manifestem.

“Os sintomas do climatério, como as ondas de calor, aparecem um pouco antes da última menstruação e duram de 1 a 2 anos, em aproximadamente 60 a 80% das mulheres. Com o passar do tempo, esses sintomas podem diminuir”, afirma Dr. Luciano de Melo, ginecologista e presidente da Comissão Nacional Especializada de Climatério da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).

Se a menopausa ainda é considerada tabu por muitas mulheres, para aquelas que têm diabetes não é diferente. “Será que vou conseguir manter o controle glicêmico com tantas mudanças no meu corpo? Posso fazer reposição hormonal? Como deverá ser minha alimentação nesta fase?” são algumas dúvidas que surgem na nossa cabeça.

Essas preocupações têm fundamento porque, na menopausa, a mulher geralmente enfrenta maior resistência à insulina, que também pode estar associada ao climatério e à pós-menopausa. “Nessa fase, percebemos uma pequena piora no controle clínico do diabetes, ou mesmo o aparecimento do diabetes, associado à diminuição da sensibilidade periférica da insulina causada pelo ganho de peso e diminuição da massa muscular”, expõe a endocrinologista Lenita Zajdenverg, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

Leia mais da matéria na edição 27 da Momento Diabetes.

Fonte: Revista Momento Diabetes nº 27. Confira na nossa loja virtual.

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