As refeições podem ficar mais saudáveis com uma mistura rica em ômega 3 e repleta de benefícios para a saúde: os peixes. Além do ômega 3, eles costumam ter menor valor calórico (quando preparados nas versões ao molho, cozidos, assados, grelhados).

Fundamental para as membranas celulares e responsável direto pela produção de hormônios que controlam a contração e o relaxamento das artérias, o ômega 3 pode colaborar na redução de inflamações associadas ao sobrepeso (como por exemplo a resistência à ação do hormônio insulina), além de reduzir as taxas de glicose sanguínea (o açúcar do sangue), melhorar o desconforto em pacientes que sofrem de artrite reumatoide e depressão e melhora da atenção e memória, por exemplo.

Segundo a nutricionista da Clínica Megamed, Lais Folha, “um dos maiores benefícios de incluir na rotina alimentar a ingestão de peixes é a possível perda de peso, pois tais peixes (como sardinha, arenque, atum e salmão) podem favorecer a redução dos processos inflamatórios devido ao ácido graxo e ao ômega 3”.

A falta de ômega 3 no organismo mesmo pode causar diminuição da capacidade cognitiva, fadiga, memória fraca, pele seca, problemas cardíacos, má circulação e variações de humor e depressão. Por isso, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda o consumo de duas ou três porções de peixes de água fria por semana.

Além dos peixes, outros alimentos também colaboram para a melhor oferta de ômega 3 na dieta, como algas marinhas, chia, canola, nozes, sementes ou óleo de linhaça e óleo de fígado de bacalhau.