O aplicativo auxilia o tratamento dos participantes e fortalece a sensação de pertencimento

No Brasil, o WhatsApp já é o meio mais popular para troca de mensagens instantâneas entre os mais variados grupos de pessoas: amigos, familiares, colegas de trabalho, paquera etc. Cada vez mais, pessoas se “reúnem” em grupos do aplicativo para trocar informações, vídeos, fotos e experiências em torno de um assunto em comum. Eis a boa notícia: existem grupos assim para quem tem diabetes.

Nestes grupos, quem convive com a disfunção aprende que muitos indivíduos compartilham seus desafios. Segundo a psicóloga clínica e membro da ADJ Diabetes Rosana Manchon, este compartilhamento de experiências gera um sentimento de pertencimento e fortalece a ligação do paciente com o tratamento, que não é mais algo considerado anormal, mas sim uma experiência pela qual outros jovens também passam.

Manchon explica que é uma oportunidade para eles encontrarem apoio para questões intensas do dia-a-dia ligadas ao diabetes e se sentirem mais dispostos à entrar na fase adulta, de acordo com a sua própria individualidade: “muitos jovens acham que são diferentes por terem uma doença crônica, como o diabetes, e de fato eles são, mas é fundamental que eles saibam que todos nós somos seres únicos e individuais, com algumas diferenças”.

Na edição 8 da revista Momento Diabetes, trazemos uma matéria sobre a mediação destes grupos de WhatsApp, como funcionam e como participar. Para ler o conteúdo completo, compre o seu exemplar aqui.