Cada pessoa tem uma necessidade específica de carboidrato por refeição, mas saber desta relação pode ajudar a variar o cardápio. Entenda

Entender a matemática dos carboidratos pode fazer toda a diferença no controle glicêmico, principalmente para quem faz uso de insulina. Ao calcular a quantidade de carboidratos média de cada prato, você não só pode ter uma noção de quanto precisa tomar de medicação, mas também programar as refeições de seu dia-a-dia de acordo com as suas necessidades específicas.

O primeiro passo é conversar com um nutricionista para entender qual a demanda do seu corpo especificamente. Um profissional vai relacionar as calorias e carboidratos presentes nas suas refeições e te orientar sobre as escolhas mais indicadas para você. Os passos seguintes são de responsabilidade do paciente: Anotar o que se come e monitorar a glicemia.

Ao anotar os alimentos, o indivíduo passa a ter maior consciência do que come e quantos carboidratos existe em cada porção. Ao monitorar a glicemia ao longo do dia, medindo antes e depois das refeições, o paciente pode ter mais noção dos efeitos dos alimentos no organismo.

A nutricionista e educadora em diabetes Juliana Baptista montou alguns pratos de 40 g de carboidratos (CHO) para refeições principais. Confira uma das sugestões:

Nesta refeição temos:

04 colheres (sopa) de arroz branco (20 g de CHO)

04 colheres (sopa) de feijão (12 g de CHO)

1 filé de peixe ou franco

Salada

1 brigadeiro de festa (8 g de CHO)

 

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