Ele tatuou a imagem de uma bomba de insulina no próprio corpo para mostrar aos filhos que estarão juntos todos os dias

Meu Nome é Demian Tadeu, sou casado com a Roberta Fiorino e temos dois filhos doces: a Laura, de 17 anos, e o Pedro, de 11. Eles foram diagnosticados com diabetes tipo 1 (DM1) ainda pequenos, aos 3 e 2 anos, respectivamente. A descoberta veio com os sintomas clássicos da doença: emagrecimento rápido, cansaço, muita sede e vontade de fazer xixi o tempo todo. Tudo isso aconteceu após uma pneumonia forte que atingiu os dois.

Quando recebemos o diagnóstico da Laura, parecia que o nosso mundo iria acabar. Acredito que a falta de informação é o maior inimigo tanto do paciente quanto da família: foram muitos anos de privações e inúmeras tentativas de controle, sem muito sucesso.

Ao invés de nos informarmos e seguirmos o tratamento da forma correta, vivíamos sempre corrigindo as alterações e os descontroles glicêmicos. Perdemos a conta de quantas vezes acordamos no meio da noite para fazer a ponta de dedo ou ficamos sem dormir por insegurança, pois nossos filhos tinham constantes hipoglicemias e até algumas convulsões.

Certo dia, recebemos a indicação médica para fazer o teste com a bomba de infusão de insulina. A Laura foi a primeira a usar a tecnologia e a resposta à nova terapia foi tão boa e rápida que solicitamos o teste também para o Pedro. Devido à melhora extraordinária no controle do diabetes das crianças, o médico nos orientou a entrar logo com um pedido da bomba de insulina definitiva. Ficamos muito felizes quando conseguimos!

Desde então, nossa qualidade de vida é outra. Todos os dados que o sistema apresenta e as variáveis que ele abrange proporcionam um controle glicêmico que nunca alcançamos com a terapia convencional. Mesmo sabendo que era a melhor opção, no início, ficamos preocupados com a adaptação da Laura e do Pedro: como as pessoas e os amigos reagiriam? como eles se sentiriam tendo que carregar o aparelho? Essas dúvidas passaram com o tempo e hoje eles estão muito bem adaptados. Foi quando eu decidi tatuar a imagem de uma bomba de insulina. Queria ajudá-los a entender que, assim como a bomba, eu também sempre estarei com eles. A tatuagem é um símbolo da nossa ligação e uma singela homenagem aos dois maiores guerreiros da minha vida.

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