Ascensia Diabetes Care Apresenta

Os glicosímetros estão cada vez mais modernos e fáceis de manusear. Mas a aparência não deve ser o principal motivo na hora de escolher o monitor

 

Manter o nível de açúcar no sangue sob controle é o desejo e, ao mesmo tempo, o maior desafio de quem tem diabetes. As metas dependem do momento do dia: entre 70 e 99 mg/dL em jejum e até 140 mg/dL duas horas após a refeição.

Por isso, quem convive com a disfunção deve monitorar a glicemia com regularidade. Em alguns casos, como no diabetes tipo 1, essa frequência pode ultrapassar quatro testes diários, já que é preciso medir a glicemia antes e depois de se alimentar para saber a quantidade ideal de insulina para aplicação.

“Os glicosímetros são itens essenciais para o tratamento e o acompanhamento de pessoas com diabetes, principalmente os usuários de insulina. No entanto, para aproveitar ao máximo as várias picadas no dedo, é necessário que o paciente reaja aos números que vê no seu aparelho”, explica a endocrinologista Karla Melo, fundadora do Núcleo de Excelência em Atendimento ao Diabético do Hospital das Clínicas da FMUSP. Por exemplo, se o teste registrar taxa menor que 70 mg/dL, é sinal que uma hipoglicemia está prestes a acontecer. Para reverter este quadro, o recomendado é ingerir 15 g de carboidratos, que podem ser um copo de suco de laranja OU uma latinha de refrigerante normal, aguardar 15 minutos e medir novamente para verificar se a glicemia normalizou.

Mas imagine se nesta situação o glicosímetro não for seguro e apontar um valor de glicemia superior a 140 mg/dL. Induzido ao erro, ao invés de se alimentar corretamente, o paciente irá aplicar a insulina e entrará em hipoglicemia grave, com possibilidade de convulsão e desmaio.

Por isso, aponta a médica, a precisão dos aparelhos de medir glicemia é fundamental para garantir a segurança dos pacientes. A resolução ISO 15.197, de 2013, determina que 95% dos testes realizados nos glicosímetros vendidos no Brasil não podem ter variação maior que 15% quando comparados ao teste laboratorial. Essa também é a recomendação da Associação Americana de Diabetes (ADA).

Um estudo de avaliação dos monitores de glicemia realizado pela Universidade de Campinas (Unicamp), em 2013, reprovou quatro aparelhos, cujos resultados dos testes variaram de 19% a 139%.

Atualmente, existe no Brasil um glicosímetro que superou as determinações da ISO e comprovou por meio de estudos ter uma precisão superior à das principais marcas vendidas no país. Contour Plus, fabricado pela Ascensia Diabetes Care, apresentou 98% dos resultados com variações inferiores a 10% quando comparado ao teste laboratorial. Esse bom índice permite ao paciente tomar decisões com mais confiança e acuracidade.

Contour Plus ainda contribui para diminuição do desperdício de tiras reagentes. Em até 30 segundos, o usuário pode aplicar uma segunda gota de sangue caso a primeira amostra tenha sido insuficiente.

Mesmo assim, a precisão dos resultados não é alterada. Ou seja, mais segurança e menos perda de tiras nos testes diários.

 

*Este conteúdo foi produzido em parceria com Ascensia Diabetes Care, fabricante do glicosímetro Contour Plus.