A Afrezza é a única insulina inalável de ação ultrarrápida aprovada nos Estados Unidos.

Aumenta a expectativa para a chegada da nova insulina inalável no mercado brasileiro. A MannKind Corporation, fabricante do medicamento, e a BIOMM, empresa biofarmacêutica, anunciaram a submissão do dossiê de registro para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), a fim de receber a aprovação do produto Afrezza para comercialização no Brasil. O dossiê inclui a atualização mais recente de prescrição da Afrezza, que leva em consideração novos dados clínicos descrevendo o perfil tempo-ação.

A Afrezza é a única insulina inalável de ação ultrarrápida aprovada nos Estados Unidos pela Food & Drug Administration (FDA) e vendida na versão em pó. Segundo a fabricante, a forma de aplicação inalável é inovadora e permite reduzir o número de aplicações injetáveis do medicamento e auxiliar na obtenção de um melhor controle glicêmico em adultos

“Estamos entusiasmados por realizar nosso primeiro pedido internacional de aprovação do Afrezza no Brasil, um dos dez países com as maiores taxas de diabetes do mundo, conforme dados da Organização Mundial de Saúde”, conta Michael Castagna, CEO da MannKind Corporation. “A expertise da BIOMM no mercado de diabetes permitiu que nosso dossiê fosse atualizado rapidamente com as novas informações da prescrição. Com isso, caso o medicamento seja aprovado no Brasil, médicos e pacientes já terão os dados mais precisos para um melhor controle da glicemia durante as refeições.”

Após a aprovação, o medicamento será submetido à Câmara de Regulação de Mercado de Medicamentos (CMED) e, então, a MannKind enviará o Afrezza para que a BIOMM promova, distribua e venda o produto no Brasil.

“Nossa intenção é disponibilizar aos pacientes brasileiros uma importante inovação tecnológica. Assim como em outras doenças crônicas, o diabetes precisa da aderência a um tratamento prolongado. Por isso, quanto mais confortáveis e efetivas forem as opções, melhores serão as chances de o paciente ter mais qualidade de vida”, aponta Heraldo Marchezini, CEO da BIOMM SA.