É verdade que o diabético tem que abrir mão dos alimentos que gostava de comer?

Essa é a maior dúvida e a maior preocupação do paciente ao receber o diagnóstico: o que pode e o que não pode comer. A resposta não é tão simples assim e a pessoa mais indicada para dá-la é o próprio paciente. Isso porque cada um de nós tem metabolismos diferentes. Por exemplo, você e eu podemos comer duas bananas clones, com o mesmo índice glicêmico. Mas, se medirmos a taxa de açúcar no sangue, o resultado não será igual. Por isso, o primeiro conselho que dou para quem tem diabetes é: procure se conhecer, saber como o seu organismo funciona e de que forma os alimentos impactam na glicemia. Com informação, fica mais fácil se cuidar.

E como controlar bem o diabetes?
Embora seja individualizado, o tratamento do diabetes está baseado em cinco pilares: alimentação balanceada, prática de atividade física, medicação prescrita pelo médico, educação em diabetes e o automonitoramento da glicose, ou seja, o teste de ponta de dedo – afinal só se controla aquilo que se mede.

Dica: Para saber se determinado alimento pode ser ingerido faça o teste de glicemia capilar (a ponta de dedo) antes de consumi-lo e 2 horas depois.

Tratamento
Alguns diabéticos apresentam lesões na pele, principalmente no abdome onde a insulina é aplicada, parecidas com caroços. O que podem ser?
Esses caroços são resultado da aplicação de insulina sempre no mesmo local, causando fibrose na região. Eles também são chamados de lipodistrofia e dificultam a absorção da insulina, obrigando, muitas vezes, o portador de diabetes a aumentar a dose do hormônio a ser aplicada. 

Tem tratamento?
Quando as lesões acontecem, o jeito é evitar injetar insulina naquela parte do corpo até que a lipodistrofia desapareça. Quanto maior o tempo da lesão, mais tempo para a sua regressão.

Dica: para evitar os indesejados carocinhos, faça o rodízio da região do corpo na hora de administrar insulina a fim de deixar a pele se recuperar.

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