1. Negação: normalmente é o primeiro comportamento emocional após o diagnóstico. A pessoa se recusa a entrar em contato com a doença e considera a condição um fenômeno que lhe traz sofrimento. Nega o diagnóstico e, consequentemente, passa a não se cuidar.

2. Raiva ou revolta: após certo período de tempo não é mais possível negar o diabetes, então os sentimentos de raiva e revolta tomam conta. É nesse estágio que começam os questionamentos do tipo “por que comigo?” É uma das fases mais difíceis para a família e para as pessoas próximas. É comum o indivíduo recusar
o tratamento e a equipe médica.

3. Negociação ou barganha: quando a negação e a raiva já foram superadas aparece a barganha. O diabético utiliza algumas estratégias para amenizar as exigências do tratamento. Nesse estágio, há a aceitação parcial, já que a pessoa tenta “driblar” o diagnóstico, criando alternativas que, na visão dela, podem
solucionar o seu problema. O uso de chás milagrosos e dietas mágicas são alguns dos artifícios usados para alcançar esse fim.

4. Tristeza profunda (depressão): depois de um tempo, o paciente percebe que não obteve sucesso com suas “criatividades” na fase anterior (negociação) e pode entrar em um estado de depressão. Surge, então, o medo da disfunção e de suas complicações, insegurança em relação à vida e ao futuro, além da sensação de que sua saúde nunca mais será a mesma. Nessa fase há também a elaboração dos “lutos” e a pessoa passa a ficar triste, retraída e introspectiva.

5. Aceitação: é a fase mais aguardada pelos familiares e médicos. É o momento em que a pessoa percebe que é responsável pela própria saúde e qualidade de vida, e que o sucesso no tratamento só depende dela. Ela irá manifestar paz e tranquilidade no que diz respeito à doença, uma vez que sabe que, seguindo a terapia corretamente, não precisará mais ter medo de desenvolver complicações. É a superação dos estágios anteriores e o convívio saudável com o diabetes, a vida e seu corpo.

Essa é uma matéria da Momento Diabetes ed. 02, para ter acesso a matéria completa CLIQUE AQUI.