Cada um deles possui propriedades distintas que precisam ser levadas em consideração na hora do consumo

Diet é o termo utilizado para alimentos com fins especiais, destinados a pessoas com restrição a algum tipo de ingrediente, como açúcar, sódio, gordura ou proteína.

Já os produtos light apresentam redução de 25% de algum componente do produto comparado à versão original dele. Pode haver, por exemplo, redução de açúcar, gordura, sódio ou calorias. Além do termo light, ele também pode ser chamado de “leve” e “reduzido”.

A palavra zero é usada para expressar a quantidade não significativa de algum componente na formulação do produto quando comparado à versão original, por exemplo, zero açúcar e zero lactose. É possível substituí-la por “free”, “livre”, “sem”, “não contém” e “isento”.

De acordo com a nutricionista clínica Fabiana Yetto Gaspar Cristillo, todos esses produtos contribuem para quem busca uma restrição calórica e deseja perder peso. Entretanto, não é só a ingestão deles que vai garantir o resultado esperado. “Outros fatores importantíssimos, como a prática de atividade física, devem ser incorporados no hábito alimentar de quem quer emagrecer”, afirma.

É fundamental também que o consumidor saiba interpretar o rótulo dos alimentos para comparar e decidir qual alimento é melhor para ele. “Por exemplo, chocolate diet ou normal? Depende do objetivo de cada um. Pois até quem tem diabetes pode consumir um chocolate tradicional se estiver contemplado no seu plano alimentar ou utilizar o método da contagem de carboidrato”, explica a nutricionista.

Importante lembrar que o chocolate diet tem teor de gordura mais elevado que um chocolate normal, por isso o consumo em excesso dele não é recomendado. Aliás, de nenhum alimento, vamos combinar?!