Uma das maiores preocupações de quem convive com diabetes é a queda de açúcar no sangue. Saiba o que fazer para evitar os episódios e como agir se eles acontecerem.

A taxa ideal de açúcar no sangue é entre 70 mg/dl e 100 mg/dl, sigla que significa miligramas por decilitro. Quando os níveis de glicose ficam abaixo disso, o corpo geralmente emite alertas indicando que algo não está legal. É a chamada hipoglicemia (hipo).

Tremores, fraqueza, suor frio e irritabilidade são alguns dos sintomas (confira no quadro a lista completa), mas é importante cada um conhecer o próprio corpo, porque esses sinais podem variar de pessoa para pessoa. A queda na glicemia tem como principal fator a fome. Ficar muito tempo sem comer desestabiliza o organismo, que perde energia e começa a entrar em colapso.

Como ninguém quer passar por uma hipo, o jeito é ter sempre à mão o imprescindível kit pâncreas. Ele deve conter os medicamentos orais e/ou insulina para controlar o diabetes, bem como a seringa (ou outro acessório de aplicação da insulina), um aparelho para medir glicemia (glicosímetro), seus respectivos insumos, como fitas reagentes, lanceta e lancetador, e carboidratos simples, que são aqueles de rápida absorção (podem ser balas, sachês de mel ou pastilhas de glicose).

Além do jejum prolongado, outras situações podem provocar a temida hipoglicemia. Por exemplo, aumentar a quantidade de exercícios físicos sem orientação correta ou sem ajuste correspondente na alimentação ou na medicação; exagerar na dose da insulina; ingerir álcool em excesso ou de estômago vazio etc.

E se acontecer?

O tratamento da hipo deve ser imediato para evitar que a glicemia caia mais ainda e a pessoa tenha convulsão ou perda de consciência. Veja o passo a passo: