Encontramos nos supermercados iogurtes nas versões integral, parcialmente integral, desnatado, light, natural, probiótico, kefir, grego, caseiro, coalhado, batido, saborizado… São tantos tipos, texturas e sabores que às vezes é difícil escolher qual consumir. A escolha, geralmente, é pelo sabor que mais agrada ao paladar.  Mas será que essa é a maneira correta?

É importante saber que mesmo as opções que são coloridas artificialmente trazem benefícios ao organismo. O que muda de um para outro é a quantidade de gordura, de hidratos de carbono, de açúcar e de proteína. Quem tem diabetes deve ser cauteloso em relação ao consumo, uma vez que a lactose é um tipo de açúcar e pode interferir no controle da glicemia. “Para os diabéticos os mais indicados são os iogurtes com baixo teor de gordura”, declara a nutricionista, culinarista e proprietária da clínica Nutrição & Ação, Daniella Horn.

É nessa hora que surgem as dúvidas. Bebida láctea (ou composto lácteo) e leite fermentado são iogurtes? Não! O iogurte é 100% lácteo e não recebe adição de outra proteína ou gordura que não seja derivada do leite. O composto lácteo, por sua vez, é misturado e possui até 51% de soro de leite, acrescido do leite fermentado, amido de milho e diferentes tipos de açúcares, o que lhe confere a densidade de um iogurte. Já o leite fermentado, como o Yakult, por exemplo, apresenta uma quantidade mais concentrada de bactérias, os lactobacilos, que auxiliam a recompor a saúde intestinal. É considerado o tipo mais o indicado para crianças.

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