O diabetes tipo 1 uma é uma condição autoimune, na qual o pâncreas, órgão responsável pela produção de insulina no corpo, perde a sua capacidade de produzir esse hormônio. Um “defeito” ou uma “pane” no sistema imunológico faz com que os anticorpos ataquem as células produtoras de insulina, hormônio responsável por quebrar o excesso de açúcar presente na corrente sanguínea. Todos os alimentos que ingerimos se transformam em açúcar no sangue, por isso a insulina é um hormônio de extrema importância.

Geralmente o Diabetes Mellitus tipo 1 (DM 1) ocorre na fase da infância e da adolescência, porém o diagnóstico pode aparecer em qualquer fase da vida.

Os sintomas mais comuns do diabetes tipo 1 são sede e fome excessiva, cansaço, vontade de urinar constante, irritação e emagrecimento sem causa aparente. Geralmente a descoberta da condição acontece de forma rápida, muitas vezes com internação e taxa de glicemia superior a 300 mg/dl, ou seja, altíssima. O tratamento do DM 1 é individualizado, mas existe um tripé terapêutico comum a todos os pacientes e essencial para atingir o bom controle: uso de insulina, alimentação saudável e atividade física.

A cada ano novos estudos e pesquisas descobrem formas inovadoras para o tratamento do diabetes. Insulinas cada vez mais modernas, terapias com alta tecnologia aplicada, transplantes revolucionários, medidores de glicemia arrojados e muito mais. Atualmente as insulinas análogas e de ação ultra prolongada são o que há em tecnologia de ponta como forma de terapia do distúrbio. As novas bombas de infusão, sensores de glicemia finíssimos, insulina inalada e glicosímetros que se adaptam a smartphones também fazem parte desse grupo de produtos high-tech já disponíveis no mercado.

Fonte: Redação Momento Diabetes