Entre os principais tipos podemos destacar:

1) Diabetes tipo 1 (DM1) – é geralmente diagnosticado em crianças e jovens adultos. Nele o corpo realiza um ataque contra as próprias células beta do pâncreas, que deixam de produzir insulina e chamamos isso de ataque autoimune. Cerca de 5% das pessoas com diabetes têm o tipo 1. Com a ajuda da terapia com insulina e outros tratamentos, até crianças podem aprender a gerenciar sua condição de vida de forma saudável.

2) Diabetes tipo 2 (DM2) – é a forma mais comum de diabetes. Por não apresentar, na maioria das vezes, sintomas, uma pessoa pode levar anos para ser diagnosticada com diabetes tipo 2. O corpo de uma pessoa com DM2 apresenta resistência aos efeitos da insulina ou não produz insulina suficiente para manter a glicemia regulada.

Para as pessoas com DM1 e DM2 o GlicOnline possui uma lista de funcionalidades que apoiam nos cuidados, tais como: Cadastro de prescrição, diário de Glicemia, tabela de alimentos, alerta de medicamentos, gráficos em tempo real para acompanhamento do seu médico e nutricionista via web. Já especificamente para tipo 1, nosso app possibilita a contagem de carboidratos, alerta de hipoglicemias, cálculo de bolus e ajuste de basal.

3) Diabetes gestacional. Como o corpo da mulher aumenta, pode ser que o pâncreas não consiga produzir insulina suficiente para a mãe e o bebê neste período.  Portanto, é quando há o aumento dos níveis de glicose no sangue durante a gravidez pela primeira vez na vida da mulher. Após o parto, as taxas de glicemia tendem a voltar aos parâmetros de pessoas sem diabetes. Mas é importante manter uma rotina de cuidados e acompanhamento médico, uma vez que há maior risco de diagnóstico de diabetes tipo 2.

As gestantes com diagnóstico de diabetes gestacional podem aproveitar as funcionalidades de alimentação e, em caso de passar a administrar  insulina, poderá usar as funções de autotitulação de insulina basal e a funcionalidade do cálculo de bolus (insulina que tomamos quando comemos).

4) Diabetes tipo LADA: muitas vezes chamado de Diabetes 1 e ½ (um e meio), pois acaba sendo um surgimento tardio do diabetes tipo 1. Diagnosticado, normalmente, em pessoas acima de 35 anos de idade.

Neste caso como geralmente o tipo LADA possue uma secreção residual de insulina, mas que não dispensa o uso de insulinas basal e bolus, portanto poderá usar todas as funcionalidades do nosso sistema, tal como a pessoa com DM1.

5) Diabetes Tipo MODY: acontece quando a produção ou a ação da insulina ficam prejudicadas pela mutação de um ou uma série de genes, que pode ser transmitido de pais para filhos. Dependendo do gene, chama-se o MODY de um determinado nome. Por exemplo o MODY 3 (gene envolvido HNF1α) é o tipo mais comum. O diagnóstico é feito normalmente antes dos 25 anos de idade, ter um dos pais com diabetes, ter diabetes na família há pelo menos duas gerações e não precisar necessariamente de insulina.

No caso de pacientes com MODY, dependendo de qual tipo de MODY, podem ser usadas as funcionalidades de alerta de medicamentos em doses fixas e de informações sobre a alimentação e em casos de uso de insulina a função de cálculo de bolus.

Diabetes é uma doença crônica que aumenta o risco para muitos problemas de saúde sérios como amputações e problemas de visão. A boa notícia? Pesquisas apontam que com o tratamento correto e mudanças de estilo de vida recomendado é possível prevenir e retardar o aparecimento de complicações.

Ufa! Muita informação, né? Não se preocupe em entender tudo de uma vez só. Aliás, nós estamos sempre aprendendo, pois de tempos em tempos as tecnologias  mudam ou o nosso próprio corpo muda e nos exige atenção. Então, estamos juntos nessa!

Para facilitar esse aprendizado, nós publicamos semanalmente no nosso blog temas relacionados aos cuidados do diabetes que você pode ir aprendendo aos poucos. Além disso, lembre-se que nós também aprendemos muito com vocês, portanto sempre que tiver uma dúvida, entre em contato!

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Fonte: GlicOnline